[Resenha] Tartarugas Até Lá Embaixo


Livro: Tartarugas Até Lá Embaixo
Autor: John Green
Páginas: 269
Ano: 2017
Comprar: Físico

Sinopse: Depois de seis anos, milhões de livros vendidos, dois filmes de sucesso e uma legião de fãs apaixonados ao redor do mundo, John Green, autor do inesquecível A culpa é das estrelas, lança o mais pessoal de todos os seus romances: Tartarugas até lá embaixo.A história acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido – quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro – enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).Repleto de referências da vida do autor – entre elas, a tão marcada paixão pela cultura pop e o TOC, transtorno mental que o afeta desde a infância –, Tartarugas até lá embaixo tem tudo o que fez de John Green um dos mais queridos autores contemporâneos. Um livro incrível, recheado de frases sublinháveis, que fala de amizades duradouras e reencontros inesperados, fan-fics de Star Wars e – por que não? – peculiares répteis neozelandeses.

Não sou fã do John (não me crucifiquem), depois que li A Culpa é das Estrelas, não havia lido mais nada dele porque particularmente não gostei e logo pensei que não lerei mais os seus livros.
Até que o Turista Literário enviou o novo livro dele e eu tive que ler, primeiro porque não gosto de ter livros na estante sem ter lido e segundo porque fazemos encontros uma vez por mês para discutir os livros que recebemos em nossa caixinha e não é legal ir sem ter lido.  Então dei essa chance e li.

"Qualquer um pode olhar para você, mas é muito raro encontrar quem veja o mesmo mundo que o seu."

Nesse livro iremos conhecer a Aza, uma adolescente de 16 anos que tem TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) e a narrativa trará muito o que ela pensa, senti, seus medos, angústias. Ela tenta se sentir "normal", mas se acha uma maluca.
Ela tem uma amiga, a Deisy que escreve fan-fics sobre Star Wars e é bem falante e sonhadora, o oposto da Aza que vive mergulhada em seus pensamentos.

" - O problema dos finais felizes é que ou não são realmente felizes, ou não são realmente finais, sabe? Na vida real, algumas coisas melhoram e outras pioram. E aí a gente morre."

A história irá se desenrolar ao redor do sumiço do bilionário Russel Pickett e quem encontrá-lo receberá uma recompensa de 100 mil dólares, sabendo disso Daisy que ir em busca de reposta e lembra que Aza conhece Davis, o filho do bilionário, e ver a oportunidade de por a mão na grana.
Nessa busca por pistas Aza reencontrar Davis e a amizade entre eles irá se fortalecer.

"Posso resumir em três palavras tudo o que aprendi sobre a vida: a vida continua."

Apesar de ser rico, Davis é humilde, se preocupa com seu irmão, perdão a mãe na infância e se sente só, além de ser apaixonado pela astronomia.
Davis percebe que elas querem encontrar seu pai e oferece o valor da recompensa para que não prossigam com as buscas e elas aceitam, mas Noah seu irmão, sofre com ausência do pai.

"Toda perda é única. Não dá para saber como é a dor de outra pessoa, da mesma forma que tocar o corpo de alguém não é o mesmo que viver naquele corpo."

O restante da história trará a amizade de Aza com Davis e Daisy, e o quanto é difícil para ela se relacionar.
É uma história legal de se ler, porém achei o final bem previsível.

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