[Resenha] A Queda


Livro: A Queda
Autor: Albert Camus
Páginas: 110
Ano: 2017
Comprar: Físico


Sinopse: De um dos mais importantes e representativos autores do século XX e Prêmio Nobel de Literatura Um advogado francês faz seu exame de consciência num bar de marinheiros, em Amsterdã. O narrador, autodenominado “juiz-penitente”, denuncia a própria natureza humana misturada a um penoso processo de autocrítica. O homem que fala em A queda se entrega a uma confissão calculada. Mas onde começa a confissão e onde começa a acusação? Ele se isolou do mundo após presenciar o suicídio de uma mulher nas águas turvas do Sena, sem coragem de tentar salvá-la. Camus revela o homem moderno que abandona seus valores e mergulha num vazio existencial. Fundamental para todas as gerações.

A queda foi escrito em 1956 e nos leva a refletir sobre o comportamento humano. 
Essas reflexões serão feitas por Jean Baptiste, numa narrativa em primeira pessoa.

"Sentia-me a vontade em tudo, é bem verdade, mas, ao mesmo tempo, nada me satisfazia."

Sentado numa mesa de bar ele nos contará sua trajetória, num monólogo que fará o relato de uma confissão de um "juiz-penitente".
Ele tinha uma vida bem sucedida, morava em Paris, havia planejado tudo e fazia sucesso com as mulheres, até que um dia escutou uma risada enquanto anda na rua, um riso diferente e ouviu um barulho de alguém caindo na água, esses dois acontecimentos modificaram sua vida, resultando em reflexões sobre seus atos.

"Só reconhecia em mim superioridade, o que explicava minha benevolência e minha serenidade."

E é junto com ele que iremos refletir sobre si e sobre a humanidade, a cerca de diversos temas que irão permear por sentimentos, atitudes, religião e outros.
Confesso que não é um livro que qualquer pessoa leria, pois ele é bem rebuscado e de leitura intensa, que me deixou com ressaca literária, mas é um livro que vale a pena ser lido.

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